08/02/2010   RSS posts: 876comentários: 1.117 updaters: 554
Alameda Mamoré, 535 Alphaville - Barueri - SP (11) 4166.5701 / wbrenner@updaters.com.br

Projetos arquitetônicos verdes

Assistindo ao programa “Lugar Incomum” sobre academias, vi o projeto de River Gym do arquiteto Mitchel Joaquim. O cara é cheio de ideias diferentes para fazer, imaginar,  criar espaços sustentáveis com uma visão bem futurista e singular. Ele é P.h.d formado pelo MIT, dono da Archinode Studio + Partner Terreform 1 e TED Fellow. Este projeto de academia usa a energia gerada pelos atletas para movimentar e manter o ginásio flutuando em pleno Rio Hudson. Parece o bom e velho pedalinho, lembra? O conceito é mais sofisticado, mas a essência de movimento e mudança de paisagem estão lá. O projeto ganhou um prêmio do New York Magazine. O cara tem outros projetos bem esquisitos: cidades flutuantes, balões que transportam pessoas penduradas em cadeiras, casas em forma de cogumelos. Vale a pena conhecer e se inspirar para pensar sempre fora da caixa.

Audi “Green Car”

Confira abaixo o ótimo comercial para o novo Audi A3 TDI, que foi ao ar no intervalo do SuperBowl 2010.

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Bem que podia existir uma polícia assim em São Paulo ;)

Novo comercial da campanha “Saco é um Saco”

Já tinha comentado aqui sobre a campanha “Saco é um Saco”, do Ministério do Meio Ambiente, em parceria com a WWF Brasil, que busca, por meio da conscientização da população, reduzir o consumo de sacolas plásticas no país. 

Confira agora o ótimo comercial para a campanha, criado pela agência Lew’Lara/TBWA e inspirado em uma famosa cena do filme “Beleza Americana”.

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Um supermercado sem embalagens. Já pensou nisso?

Enquanto algumas redes brasileiras de supermercados começam a se ligar em questões ambientais, como o Pão de Açúcar que criou o Caixa Verde e o Wallmart, que até foi eleito a empresa sustentável de 2009 pelo Guia Exame de Sustentabilidade , lá em Londres parece que o varejo já entrou nessa onda faz tempo.

Uma das iniciativas mais bacanas é a do mercado Unpackaged, que desde 2006 vende 100% de seus produtos sem embalagens. É maior que uma mercearia, como a Vivenda a Vida em São Paulo, pois oferece não só uma enorme gama de produtos naturais e orgânicos (desde grãos e legumes até - pasmem - cerveja!) como também produtos de limpeza para casa, higiene pessoal, e até fraldas e guardanapos biodegradáveis. Tudo vendido sem embalagem, uma vez que o próprio consumidor deve levar seu invólucro.

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Achou estranho? No site eles explicam como funciona: 

  1. Remember to bring your containers* from home
  2. Come to Unpackaged and say hello
  3. Choose the product and amount you want
  4. Take your goods home in your own containers (if you forget, we have reusable bags)
  5. When you’ve run out, come back for a refill, simple as that!

*Containers: bring anything you like, there’s nothing to date that we haven’t been able to refill (even our lovely friend who likes putting lentils in old water bottles!) Bring glass jars, tupperware, old takeaway cartons, brown paper bags, plastic bags, old packaging.. if it’s heavy, we’ll weigh it first, if it’s light then just refill and we’ll weigh at the end.”

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São iniciativas como esta que nos fazem refletir sobre a real utilidade daquele monte de embalagens para vender uma simples escova de dentes. Será que precisamos de tudo isso?

Via GOOD

Download to donate

Por Gustavo Giglio via UoD
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Ouçam a nova do Slash, a do Linkin Park e a do Dave Matthews Band. São excelentes! Além dessas, músicas de Peter Gabriel, Alanis Morissette, The All-American Rejects e Hoobastank. Acesse: http://www.musicforrelief.org/

Você deixaria São Paulo se pudesse?

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Essa foi uma das perguntas de um estudo encomendado pelo Movimento Nossa São Paulo ao Ibope, a qual 57% dos entrevistados responderam que sim. 

Esse monte de gente insatisfeita cita como motivos para seu desgosto em morar na maior cidade do Brasil problemas como a violência, a carência nos serviços públicos e a falta de consciência coletiva. 

No geral, em uma escala de 1 a 10, os paulistanos deram, em média, a nota 4,8 para avaliar o grau de satisfação com a capital. 

A pesquisa entrevistou 1.512 pessoas, cobrindo todas as regiões de São Paulo e mesclando perfis variados em relação ao sexo, grau de instrução, cor, estado civil e renda. Ou seja, seu resultado pode ser considerado bem representativo do que os paulistanos de fato pensam sobre sua cidade.

Para Oded Grajew, membro da secretaria executiva do Movimento Nossa São Paulo, o resultado é totalmente previsível. ”É um lugar com dois rios enormes e sujos, uma poluição tremenda e uma baita insegurança. Quem quer viver assim?”.

Realmente a vida para os paulistanos não está fácil, e com as chuvas que caíram nos últimos meses, o caos da cidade parece ter atingido seu ápice. 

E você, mudaria de cidade se tivesse a chance?

Via

Doações para o Haiti

Divulgue e ajude:

“O terremoto no Haiti causou destruição e pode ser afetado cerca de 3 milhões de pessoas, segundo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, que alerta, porém, que o número ainda pode mudar porque ainda falta verificar muita coisa sobre a situação no país.

Quem quiser ajudar as vítimas do terremoto tem algumas opções. Como costuma acontecer depois de tragédias, podem aparecer sites falsos pedindo doações, então procure doar para instituições reconhecidas por meio do site delas.

A embaixada do Haiti no Brasil recebe doações em dinheiro por meio da conta corrente abaixo. Os recursos serão recebidos diretamente pela embaixada e administrados por ela, segundo o Banco do Brasil. Podem ser feitos depósitos ou transferências de qualquer banco e até mesmo de fora do Brasil para a conta corrente.

Nome: Embaixada da República do Haiti

Banco: Banco do Brasil

Agência: 1606-3

CC: 91000-7

CNPJ: 04170237/0001-71

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) também recebe doações só em dinheiro. Segundo Silvia Backes, coordenadora do CICV no Brasil, a entidade não recebe outros tipos de doações, como roupas, devido à dificuldade de enviá-las ao país. Ela diz que há uma equipe de ajuda emergencial da Cruz Vermelha saindo de Genebra com toneladas de doações e com equipes de médicos.

Para doar ao CICV, use a conta corrente abaixo:

Nome: Comitê Internacional da Cruz Vermelha

Banco: HSBC

Agência: 1276

CC: 14526-84

CNPJ: 04359688/0001-51

O Movimento Viva Rio informou que abriu uma conta para receber doações que serão usadas para compra de alimentos, água e medicamentos. Presente desde 2004 no Haiti, o Viva Rio mantém uma equipe de mais de 400 pessoas trabalhando nos projetos, sendo nove brasileiros. Doações podem ser feitas na conta:

Nome: Movimento Viva Rio

Banco: Banco do Brasil 
Agência: 1769-8 
CC: 5113-6

CNPJ: 00343941/0001-28

O músico haitiano Wyclef Jean recebe doações para ajudar as vítimas do terremoto por meio de sua ONG, a Yelé Haiti. Para doar, acesse o site do Yelé Haiti, clique em “Donate”, escolha o valor da doação e forneça os dados do seu cartão de crédito.”

Via

Verdômetro 2010

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Saiu o novo guia do Greenpeace que lista as empresas fabricantes de eletrônicos mais “verdes” (publicamos a versão antiga aqui). Nesse ranking, são avaliados itens como política em relação à substâncias químicas, reciclagem dos produtos (logística reversa) e emissões de GEE’s de cada empresa.

A Nokia ficou em primeiro lugar, com 7,3 pontos, seguida pela Sony Ericsson e pela Toshiba. A Philips, empresa que investe pesado em ações de sustentabilidade e promete lançar esse ano a lâmpada LED no mercado, ficou em quarto lugar, seguida pela Apple, que, segundo o Greenpeace, vem melhorando a cada ano (no primeiro ranking eles apareciam apenas em 11 lugar).

Para acessar a lista completa clique aqui

Agora a pergunta que mais importa: será que esse ranking consegue influenciar a decisão de compra de uma parcela significativa de consumidores? Ou será que o design e a imagem de marca ainda falam mais alto?

Container Dobrável

Por Bruno Scartozzoni, via UoD

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Se no final do ano passado dei um exemplo de design genial, mas inútil, aí vai um exemplo de design genial E útil.

Considerada pela Fast Company a invenção mais importante para a globalização depois da internet, quando vazio esse container reduz seu tamanho em torno de 75%, economizando espaço no navio.

Com 25% a menos de peso isso também significa uma redução no consumo de combustível.  Multiplique isso pela quantidade de navios que circulam pelo mundo levando mercadorias para lá e para cá.

O único problema? Por enquanto custa 3 vezes mais que um container normal, mas isso deve cair com o tempo. No longo prazo isso significa que os produtos Made in China que você compra ficarão mais baratos e ecologicamente corretos.

The fun theory

O Daniel já tinha postado aqui duas ações incríveis desenvolvidas pela campanha “The fun theory”, da Volskwagen, que busca tornar o mundo mais divertido por meio de simples mudanças em objetos do nosso dia a dia.

A mais nova ação dessa campanha visa aumentar a coleta de embalagens de vidro, e para isso transformou os latões em gigantes video-games.

Confira abaixo o video da ação e comprove como um pouco de diversão pode gerar resultados surpreendentes.

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E aí, será que daria certo em São Paulo?

 

Problemas ambientais mês a mês

A Fundação Azara, ONG argentina que tem como missão contribuir com a preservação do patrimônio ambiental e cultural de seu país, encontrou uma forma inovadora de chamar a atenção do público para os principais problemas ambientais que o mundo enfrenta.

Em parceria com o fotógrafo de moda Gaby Herbstein, eles produziram o calendário Ecological Footprint, que traz imagens chocantes de diversas personalidades latinoamericanos representando sérias questões ambientais como o aquecimento global, a devastação das florestas e a seca.

Confira abaixo duas imagens do calendário, e as outras depois do jump. 

- Seca (Florencia Gomez Cordoba)

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- Pesca predatória (Gonzalo Valenzuela)

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Via TreeHugger

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Arte com lixo

E não, não estamos falando de Vik Muniz.

Recentemente, conheci o trabalho da dupla de artistas Tim Noble e Sue Webster e me apaixonei na hora. O que eles fazem vai muito além de simples esculturas com lixo, no caso deles, coletado nas ruas de Londres. 

Na verdade, quando você olha para as esculturas em si, parece mesmo um monte de lixo amontoado, sem sentido. Mas ao projetar um foco de luz sobre a escultura, o reflexo da imagem é surpreendente…

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Confira mais imagens depois do jump.

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Vivenda a Vida - Nova Loja

Por Camila Dias via Gourmet

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Dei um pulinho na hora do almoço na Spicy do Jardins, e caminhando pela Alameda Jaú, descobri uma filial da loja Vivendo a Vida, uma mercearia charmosa que vende produtos naturais e orgânicos. Alinhado com um público cada vez mais atento para o que consome, a loja traz grande variedade de produtos como azeites, carnes, legumes, verduras, queijos, sucos, mel… Destaque para a área de grãos, cereais e farinhas, vendidos à granel, como linhaça, granola, extrato de soja e muito mais. Não conhecia e provei o damasco orgânico, muito saboroso e diferente do que encontramos nos supermercados. Com produtos para degustação e cafezinho orgânico, as compras viram um programa delicioso. Importante saber que às terças chegam legumes e verduras frescas, e às quintas, pães integrais. Tudo fresquinho, sempre.
A loja também oferece uma linha de vinhos orgânicos, com rótulos franceses, italianos, argentinos, entre outros, e cachaças brasileiras. Além da loja a Vivenda possui um espaço para eventos no piso superior e lendo mais sobre a mercearia descobri que o conceito da loja vai muito além dos orgânicos: os móveis são feitos de madeira reutilizada, a loja é iluminada por luzes que não emitem CFC e com sensores de presença, e na entrada há uma rampa de acesso.
Não resisti e comprei o suco de Amora Preta, da Viapaxbio, muito gostoso, e também uma farofa salgada de grãos (gergelim preto e branco, semente de girassol, linhaça, aveia, soja, azeite de olive, alho, orégano e sal), da marca Semillas, indicação do vendedor como ótimo acompanhamento para saladas. Os preços dos produtos são mais elevados que o que o encontrado no supermercado, sendo que a filial já cobra 15% a mais do que sua outra loja, no Brás. Mas acredito que valha a pena conhecer, e sem dúvida, inserir cada vez mais esses produtos no nosso dia-a-dia…

Vivenda a Vida
Al. Jaú, 1.581, Cerqueira César
Tel.: 2361-2193.

Pale Blue Dot

Uma emocionante mensagem para começar o ano com a noção de que não passamos de habitantes de um pixel azul no universo. De arrepiar.

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#COP15 #Fail

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Para quem ainda não entendeu o que aconteceu, ou melhor, o que NÃO aconteceu na plenária final de 48 horas da COP15, separei alguns trechos do blog do Greenpeace que ajudam a entender o nível de descomprometimento que os principais líderes mundiais conseguiram chegar, nessa que PODERIA ter sido a salvação do planeta, mas não foi. 

“A plenária final da COP15 ainda acontece, após uma longa noite de negociações. Isso tudo por causa do acordão feito entre EUA e China, que suaviza bastante a responsabilidade dos americanos e não coloca um único número sequer de redução de emissão dos gases-estufa pelos países ricos.”

“Neste momento (durante a plenária), os países tentam minimizar os pontos muito negativos do texto. A COP15 termina em fracasso. Só não sabemos ainda o tamanho exato da vergonha.”

“Os países não chegaram nem perto do que o mundo precisa para controlar o aquecimento global. Devemos manter a pressão sobre os chefes de Estado, pois as mudanças climáticas já estão em curso e eles precisam agir agora para evitar o pior.”

“Não desista, porque a gente não pode mudar a ciência, mas os políticos sim.”

“ No final, o resultado do tão esperado acordo climático não passou de um papel com pouca validade legal, sem definição de metas e  alguns trocados sobre a mesa.”

“O mundo está enfrentando uma trágica crise de liderança. Ao invés de se reunirem para garantir um futuro para centenas de milhões de pessoas, aceitando um acordo histórico que evitasse o caos climático, os líderes mais poderosos do mundo traíram as atuais e futuras gerações.” (Kumi Naidoo, diretor-executivo do Greenpeace Internacional)

“Quem colaborou à distância, assinando petições, mandando recados, repercutindo os absurdos e acompanhando de perto o assunto descobriu o quanto pode ser frustrante ver a política e a economia tomarem de refém o futuro da humanidade.”

Pois é. A gente aqui do A3 se encaixa nessa última constatação, mas mesmo assim não perde a esperança de um novo acordo. O problema é que ele pode vir tarde demais…



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