P: O que acontece quando se junta a necessidade de conscientização sobre um problema tão sério quanto o das minas terrestres, com falta de verba do cliente e um balde de criatividade?
R: Uma ação genial.


Via Packaging World
P: O que acontece quando se junta a necessidade de conscientização sobre um problema tão sério quanto o das minas terrestres, com falta de verba do cliente e um balde de criatividade?
R: Uma ação genial.


Via Packaging World
Confira o vídeo, criado pela agência DM9DDB, em comemoração aos 10 anos do Sou da Paz, movimento dos estudantes pelo desarmamento, e um dos mais importantes movimentos sociais a favor da construção de uma sociedade mais pacífica.
E abaixo, o vídeo de lançamento da campanha:
Por Gica Trierweiler via UoD
Todo mundo sabe que a gente precisa mudar várias atitudes para o bem geral do planeta e da nação e, convenhamos, todo mundo também sabe que mudar hábitos não é nada fácil (que atire a primeira pedra quem nunca prometeu começar um regime na segunda-feira). Fábio Yabu, produtor de conteúdo infantil, resolveu dar uma ajuda pra gente. Faz algum tempo que ele produz cartões de Natal e Ano Novo com mensagens legais, pró-sustentabilidade. Você deve ter recebido os cartões de 2008 - que foram traduzidos até para grego, acredite. Agora foram lançados os cartões para 2010, que você pode enviar para os amigos ou para si próprio - tudo em nome do mundo.
Este é um dos cartões de 2008, lembra?

Veja todos os desse ano aqui ou depois do jump.
Um trio elétrico adaptado, música e atrações artísticas vão dar o tom de mais uma Passeata Movimento SuperAção - evento que acontece, desde 2004, todo ano em São Paulo e no Rio, para celebrar o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência. A festa vai rolar no dia 05, a partir das 10 da manhã, com concentração na Praca Dom Gaspar, no Centro, e é dedicada a todas as pessoas que desejam uma sociedade inclusiva, uma cidade acessível e harmoniosa em favor de todos. Espera-se a presença de mais de 5 mil pessoas. No Rio, no ano passado, o público atingiu cerca de 40 mil. Segundo levantamento da ONU – Organização das Nações Unidas, há mais de 600 milhões de pessoas com deficiência no mundo, o que representa, 10% da população mundial e 80% das pessoas com deficiência estão em países em desenvolvimento, sendo que as taxas mais altas indicam os setores sociais marginalizados e com menor acesso à educação. Vale a pena conscientizar a moçada da necessidade da participação de todos no processo de inclusão e da promoção de acessibilidade. Fazer isso de forma lúdica ajuda e muita a mensagem ser aceita e entendida.


“A China, o maior emissor de gases que causam o efeito estufa, anunciou pela primeira vez uma meta de redução de emissão de gases causadores do efeito estufa, a duas semanas da reunião global sobre clima em Copenhague.
Segundo a agência oficial Xinhua, o país cortará, até 2020, de 40% a 45% de sua “intensidade de carbono” comparada aos níveis de 2005.
A “intensidade de carbono”, uma mensuração própria do país, corresponde ao montante de dióxido de carbono emitido para cada unidade de seu Produto Interno Bruto (PIB). Entretanto, analistas creem que a meta anunciada pela China não necessariamente significará uma redução nas emissões.
O anúncio veio a público um dia após os Estados Unidos confirmarem que vão oferecer, no encontro na Dinamarca, um corte de 17% nas suas emissões de carbono até 2020, em comparação aos níveis de 2005 - menos do que o desejado por cientistas e os países europeus.”
Leia o artigo completo aqui
Via Folha Online
Por Adriana Salles Gomes via UoD

Ontem à noite eu fiquei mal.
Onde eu estava tinha tanta gente que faz diferença no mundo, para valer e não por slogan, que baixou um daqueles momentos “e o que eu ando fazendo da minha vida”.
Depois fiquei bem. Muito bem.
Porque percebi no palco do Auditório Ibirapuera a concretização do que o Henry Mintzberg, um dos meus gurus de gestão favoritos, costuma dizer: “O Brasil pode não se destacar nas inovações tecnológicas, mas é um celeiro de inovações sociais. E é disso que o planeta vai precisar cada vez mais”.
Ontem foi a entrega do Prêmio Trip Transformadores, inventado em 2007 pela revista Trip. Foram 13 premiados, todos legítimos entregadores do que a frase do título acima promete: todos ajudam as pessoas a fazer upload antes de fazer download. A frase é do Claudio Prado, fundador da ONG Laboratório Brasileiro de Cultura Digital e, lógico, um dos transformadores.
Vou dar uma palinha do que rolou. Na minha frente estava sentada, por exemplo, dona Vanete Almeida, que criou uma ONG multinacional rural, a Rede LAC, de Mulheres Rurais da América Latina e Caribe. É mais ou menos assim: tem mulher vítima, tem mulher pobre vítima e tem mulher pobre rural vítima. Ela cuida dessas últimas!!! E não só no Brasil. Vocês conseguem imaginar o grau de dificuldade da missão? Eu tenho uma parca ideia. Dei um abraço tão forte nela que fiquei com medo de tê-la esmagado.
Com o arquiteto João Filgueiras Lima, o Lelé, meus olhos lacrimejaram. Ele recebeu dois prêmios: o “Transformadores” e o “Vida Transformadora”. Já tinha ouvido falar um tanto do Lelé, mas acho que nunca lhe prestando a atenção devida. Nesse caso, Henry Mintzberg errou: o Hospital Sarah que ele criou em Salvador (na foto) é inovação tecnológica TAMBÉM: econômico, de baixo impacto ambiental, tudo de que o século 21 precisa. Os detalhes do que ele faz são geniais, como a cama-maca. Lembrou-me de como design pode ser algo profundamente transformador. E o Lelé definiu que é conservador, não transformador, porque ele conserva as coisas como na natureza. Biomimética pura, Janine Benyus feelings.
Por André Felipe via UoD
“If you’re an excess consumer and you’re in so deep deep deep that you’ve just got to buy buy buy buy or you just can’t sleep sleep sleep sleep, Green Thing has just launched the sustainable answer to your shopping addiction, the world’s most achingly desirable and deliciously sustainable product, Nothing.”
A tecnologia é uma ajuda e tanto para as pessoas com deficiência. Das sofisticadas cadeiras de rodas até uma simples colher adaptada isso pode representar um ganho na qualidade de vida. Por isso a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência promove o primeiro Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência com o objetivo de mostrar as novidades na área, abrir mercados e discutir como essa questão acaba afetando todo a sociedade. Lembramos que quando falamos, por exemplo, em calçadas acessíveis vale tanto para a cadeira de roda como para o carrinho do bebê. Serão mais de 50 expositores nacionais e internacionais contando com uma ampla divulgação de trabalhos acadêmicos e um seminário com mais de 70 especialistas. Acontece entre 8 e 10 de dezembro, no WTC Convention - Piso C. Para fazer a inscrição, clique aqui.
Para refletir, sobretudo pela última cena: será que Obama vai continuar sendo o herói do combate à crise climática?

Parece que as companhias aéreas, responsáveis por 2% de todos os gases de efeito estufa emitidos na atmosfera, cansaram de ser uma das principais vilãs do meio ambiente, e estão agindo rápido para mudar essa imagem.
Primeiro foi a Virgin Atlantic que lançou o projeto Taxi 2, que funciona por meio de um site onde as pessoas podem divulgar suas rotas a partir dos aeroportos de Nova York e Londres e, com isso, se oferecer para dividir seu taxi com pessoas desconhecidas, reduzindo assim o volume de viagens e, consequentemente, de emissões. No fundo não é nada espetacular, pois ela não apresentou nenhuma solução voltada para o seu negócio principal, e continua emitindo carbono do mesmo jeito (e muito mais do que o emitido em uma viagem de taxi até o aeroporto).
Mas legal mesmo está sendo a iniciativa da Embraer em parceria com a Azul, que vai realizar no começo de 2012 o primeiro voo experimental - sem passageiros - com o uso de um bioquerosene obtido da cana-de-açúcar. E a Azul tem tanta confiança nesse projeto, que anunciou que o piloto desse voo experimental será seu próprio vice-presidente operacional, Miguel Dau.
A Gol é outra empresa que está em buscas de alternativas ao combustível fóssil para seus aviões. Essa semana, ela anunciou sua entrada em um projeto de pesquisa do Sustainable Aviation Fuel Users Group (Safug), o grupo de usuários de combustível de aviação sustentável, que está trabalhando em dois projetos preliminares de pesquisa, um que estuda o cultivo do pinhão manso como alternativa para geração de combustível, e outro que estuda a geração de energia a partir de algas.
Para saber mais, clique aqui
Por Adriana Salles Gomes via UoD
Enquanto todo mundo fala no gás carbônico…
Para assinar a petição que visa a redução mundial de 20% nas emissões do gás F, clique aqui
Diferentemente dos principais governos, que não conseguem sequer chegar num consenso sobre uma meta de redução de GEE’s para a COP15, pelo menos os organizadores do evento demonstram estar de olho no futuro. E sabem que ele terá de ser verde, e isso é inegociável.
É por isso que, ao invés de gastar uma verba da comissão em coffe breaks e sacolinhas de brindes para os participantes, os organizadores da COP15 decidiram investir esse dinheiro no futuro de 11 jovens, financiando para cada um uma pós graduação na Dinamarca, em algum curso relacionado à sustentabilidade.
Milhares de estudantes disputaram as 11 vagas do programa “Climate Scholarship”, e dentre os vencedores está a brasileira Renata Hortencia, que começou a cursar em setembro uma pós graduação focada em energia eólica, na Technical University of Denmark (DTU).
“Sem essa bolsa de estudos, eu nunca conseguiria recursos para cursar uma faculdade como a DTU, que é uma das melhores do mundo na área de energia eólica”, afirma Renata, que planeja voltar para o Brasil para aplicar seus estudos na implementação desse tipo de energia no país.
Ao final, se nada for acordado na COP15, pelo menos poderemos dizer que ela serviu para financiar boas cabeças e um futuro mais sustentável.
“O presidente Obama e outros líderes mundiais decidiram adiar a tarefa difícil de chegar a um acordo sobre a mudança climática na conferência global marcada para o próximo mês, concordando em tornar a missão da conferência em Copenhague chegar a um acordo “obrigatório” menos específico, que deixaria os assuntos mais difíceis para o futuro.”
Deixar os assuntos mais difíceis para o futuro?? Será que ainda temos tempo?
Para ler a matéria completa, clique aqui
Por Helena Mattar via Gourmet
O designer Harc Lee criou uma latinha de refrigerante “verde” sem cor (ok, podem rir do trocadilho bobo). Na foto, a típica cor vermelha da Coca foi substituída por um logo em relevo. Assim, elimina-se a tinta toxica usada para colorir alumínio. Além disso, há uma redução de energia e poluição de água que normalmente ocorrem no processo de pintura das latinhas. Além de ecologicamente mais correta, achei bonita. Via behance.net
Por Robi Carusi via UoD
Da mesma forma que tem muita gente que não recolhe o cocô do seu cachorro e reclama quando pisa em um, joga lixo na rua e reclama quando chove e inunda a rua, existem os jogadores de chiclete no chão que nem se tocam que estão contribuindo para o próprio martírio. Na Irlanda, resolveram fazer uma campanha de conscientização, pra ver se o povo se toca que o chiclete que você joga no chão hoje pode ser o chiclete que gruda no seu sapato amanhã. Pegaram uma rua de comércio fechado bem movimentada e grudaram um montão de pés de sapato, bem nos lugares onde jazia um chiclete. Ao final do “caminho”, a mensagem: “Gum. It’s better stuck in the bin” (Chiclete. Melhor grudado na lixeira).