Aconteceu hoje em São Paulo, às 15:32, o 1º Campeonato Brasileiro de Arremesso de Celular. A regra é simples: ganha quem arremessar o celular sem a bateria o mais longe possível. O celular é doado para organização no final do evento, enquanto todas as baterias serão devidamente recicladas.
Eu, que acabei de desistir definitivamente de ter um celular, não pude comparecer. Mas espero que o evento tenha sido um sucesso e que várias baterias possam ter sido arrecadadas.
“Em Portugal, a Peugeot iniciou uma campanha agressiva de vendas. Com o objetivo de acabar com os veículos mais velhos que circulam pelo país (e consequentemente diminuir as emissões), a marca decidiu dar incentivos de até 5.000 euros para quem optar trocar o automóvel antigo por um novo.
O desconto é válido para os modelos 107, 207 (nas versões sedã, perua e conversível), e 307 (nas versões hatch e perua.) A promoção, que dura até o fim de junho, tem como objetivo renovar a frota de veículos de Portugal.”
Com os atuais recordes de vendas, eu acho difícil existir algum tipo de incentivo como esse no Brasil. Incentivo por aqui é jogo de tapetes e insulfilm. E olhe lá.
fonte: icarros.uol.com.br
Junte dois junkies como Amy Winehouse e Pete Doherty. Acrescente minúsculos filhotinhos de ratos. Pronto, você tem um grande problema.
O vídeo “Winemouse” gerou indignação por mostrar os dois cantores brincando com esses pequenos animaizinhos. Especialistas dizem que o simples contato deles com humanos pode fazer com que sejam renegados e abandonados pelos seus pais, devido à “contaminação”. O que, convenhamos, no caso de Winehouse e Doherty é literal.
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A Built, empresa com sede em Nova Iorque que começou produzindo acessórios (embalagens e abridores) para enófilos, lançou essa estranha mochila para laptops. Ela comporta notebooks de 12 a 17 polegadas, é feita em neoprene à prova d’água e, por mais fina que pareça, ainda consegue armazenar livros e acessórios.
Mas, sem dúvida, o que mais chama atenção nela é seu design em forma de colete à prova de balas e seu “ecológico” e inusitado modelo interior-de-árvore. Bizarro.
via macmagazine
Lendo o post do Daniel sobre sebos, lembrei que a página inicial da Amazon exibiu durante várias semanas uma grande foto de seu estoque. Anunciava a reposição do Amazon Kindle, um dispositivo portátil que permite ler livros numa tela de alta resolução chamada Eletronic Paper.
Lançado em novembro do ano passado, o Kindle não é nenhuma novidade. A grande novidade é que todas as previsões sobre o futuro do livro estavam erradas. Sim, o livro é substituível. Prova disso é sucesso absoluto de vendas do produto, que se esgotou rapidamente, mesmo custando consideráveis U$399,00. No site da Amazon, há cerca de 1200 avaliações positivas feitas por usuários e apenas 340 negativas.
O Kindle tem bateria de longa duração. Consome pouca energia. Tem acesso gratuito a Wikipedia e à loja de livros da Amazon via EVDO, uma espécie de Wi-Fi com cobertura nacional. Já são mais de 120 mil livros disponíveis: os títulos vão desde auto-ajuda até ótimos autores como Kurt Vonnegut e clássicos como Platão e Aldous Huxley. Sem falar nas revistas e jornais.
Agora fica a pergunta: o que é melhor para o meio-ambiente? De um lado, temos materiais ecologicamente contestados, como plásticos e baterias. Acrescente ainda o consumo de energia e a decorrente produção de CO2. Do outro, temos o corte de árvores, sejam de reflorestamento ou não, além da energia gasta na produção.
E aí, com qual você vai ficar?