Apesar de ser a sede da próxima Conferência das Partes (COP 15) da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a Dinamarca ainda tem muito o que aprender sobre a preservação do meio ambiente, sobretudo de sua preciosa fauna.
Recebi essas informações por e-mail e não pude acreditar que era verdade. Infelizmente, ao digitar “Faroe Denmark” no Google, todos os links apontavam para uma única e triste notícia: a matança de baleias e golfinhos praticadas nas Ilhas Faroe.
Esse ato cruel faz parte da cultura do local, e é praticada há séculos. É regulada pelas autoridades locais, mas não pela International Whaling Comission que é o orgão responsável pelo controle desse tipo de atividade no mundo.
Infelizmente, não encontrei informações confiáveis o suficiente para postar, pois enquanto alguns sites condenam a prática, outros, como o da embaixada da Dinamarca em Portugal, afirmam que “a finalidade da caça é para produção de alimentos” (sendo que a carne de baleia já foi comprovada de ser imprópria para o consumo), e que “a caça é biologicamente sustentável” (não sei como isso seria possível). Além desses absurdos, li que “as autoridades levam a sério o aspecto do bem-estar animal da caça”, afirmação da qual discordo com veemência apenas por observar as chocantes imagens abaixo. Sim, porque matar com facões e pauladas um animal é realmente se preocupar com o seu bem-estar, não é mesmo?

Na página do PETA encontrei um formulário que pode ser preenchido (eles já deixam uma mensagem padrão) e enviado para o Primeiro Ministro das Ilhas Faroe, além de outras autoridades locais, pedindo a suspensão desse ato cruel.
Se adiantará, não sei ao certo. Mas tenho a certeza que quem ver essas fotos (e para isso, estou postando mais algumas depois do jump) vai com certeza ter a vontade de fazer algo.


















