Neste site, ainda que incompleto, as crianças conseguem se divertir e aprender como podem contribuir com o meio ambiente.
Muito fofo!
Neste site, ainda que incompleto, as crianças conseguem se divertir e aprender como podem contribuir com o meio ambiente.
Muito fofo!
O Greenpeace esta com um joguinho na internet bem legal pra conscientizar as pessoas sobre as mudanças climáticas. Clique aqui, preencha o cadastro que é rápido e depois é só começar. O jogo é multiplayer, dá jogar com pessoas do mundo todo. Foi criado pela AlmapBBDO (SP) e abocanhou um leão de bronze esse ano em Cannes. Depois pra quem quiser clica nesse link pra ver o vídeozinho do case.
Pessoal, fui assistir ontem ao Wall-E, da Disney/Pixar. É o típico filme infantil bem-feito com boas mensagens, bons valores e algumas pieguices hollywoodianas. Mas sabem que mexeu mesmo comigo aquela coisa da Terra cheia de lixo? E a nave Axiom com os seres humanos hiperobesos? Cruzes, será que aquele cenário é realmente possível?Se sim, como conter o (hiper)consumo?E quanto nós contribuímos para isso? Especificamente, como manter nosso ganha-pão (publicidade, jornalismo, toda a mídia) e baixar o consumo? Xi, o filme me deu crise existencial…Aqui vai o trailer (que foca mais na história do robozinho, mas a outra história é tão protagonista quanto):
.
E já que idéia boa é pra espalhar, mais um post do Daniel da Hora do Uod:
“A idéia é simples: associar as características de alguns animais do staff do zoológico Dazoo às pequenas ações do dia-a-dia, através das quais podemos ter uma relação mais consciente no consumo de tudo - energia, produtos, água, etc. Conta com um site, no qual existem cinco personagens (bichinhos) que vão sendo apresentados à medida em que navegamos no ambiente em 3D. Criativo e muito bem feito, com estética de videogame, misturado a desenhos handmade, o ambiente pode ser visto em 360 graus e possui física, o que possibilita arraste de mouse mais interativo. O ponto alto do projeto são os livros em pop-up virtual relacionados a cada personagem, que ampliam o entendimento da ação, além de serem verdadeiros eye candies para o público, eminentemente infantil. Sacada da McCann Ericksson do Japão.”
Mais um post devidamente copiado do Neto no Uod:
“W+K de Portand e Nike, com direção de Matt Smithson da Curious Pictures. The Girl Effect é mais do que um clip. É uma estratégia social. Inverstir nas meninas carentes, na adolescência. Isso pode mudar o futuro de comunidades inteiras.”
Amanhã é o último dia para você virar peça de Banco Imobiliário. A ação que começou na última quinta, termina neste domingo, as 5 da tarde. A Estrela criou 3 tabuleiros gigantes no Parque do Ibirapuera (SP) onde os pinos são as próprias pessoas, que também usam dados e cartas gigantes. Tudo para divulgar a nova versão “Sustentável” do jogo, com destaque para temas ecológicos. Veja as outras ações envolvendo o famoso jogo que já passaram por aqui no UoD.
Criado pela AlmapBBDO, este comercial para a Casa do Zezinho, entidade não-governamental sediada em São Paulo que atende crianças e jovens carentes de seis a 18 anos, foi feito com câmeras escondidas no centro de São Paulo. Um ator mirim aparece no mesmo local trajado de forma distinta, uma vez todo bem vestido e noutra todo maltrapilho. Assim se testou a reação das pessoas, que foi igualmente diversa. A peça é fechada com a seguinte mensagem: “Por que algumas crianças nas ruas são problema nosso e outras não?”.
Esse post não é pra criticar fumantes, nem patrocínios, nem pais desatentos. É só pra pensar um pouquinho mesmo. Estava eu visitando Campos de Jordão há uns dois finais de semana, esperando o próximo horário de visita da fábrica de cerveja Baden Baden quando apareceu uma família com dois molequinhos (uns 6 e 8 anos) vestidos com jaquetas de fórmula 1. Até aí tudo bem, mas prestando atenção nos dois, não pude deixar de notar os patrocínios estampados nas jaquetas. 1 logo da Shell, 3 da Vodaphone, 1 da Ferrari e 7 ou 8 da Malboro.
Os dois meninos provavelmente acham o máximo a fórmula 1 e devem brincar a beça imaginando os pilotos com as jaquetas. Aqueles logos com suas devidas proporções, vão fazer parte do mundo deles. As marcas estampadas ali vão ter alguma relação de afeto pro resto de suas vidas. E o pior, pode ser que quando eles estiverem velhos talvez nem saibam por quê.
Acho que eu cai nessa quando era pequeno. Adoro John Player Special e agora sei por quê.
Patrocine com cautela.
Só por viverem onde vivem e conseguindo ir pra escola, eles já poderiam ser considerados heróis. Dêem uma olhada na sequência de fotos, e vejam o resgate feito por esses dois molequinhos heróis.
O cara era “o cara”. Ele podia ser só o orgulho do país que já seria bastante. Mas não era o suficiente, acabou criando o Instituto Ayrton Senna e mais de 10 anos depois da sua morte continua dando orgulho para o país. Assista o comercial criado pela JWT (São Paulo):
(por Cristyane Balakdjian, via UoD Coruja)
Crianças têm uma quantia ilimitada de energia…
Pensando nisso, a Zen Design Group, baseada em Berkley, Michigan, oferece uma linha de brinquedos que convertem energia das crianças em eletricidade.
Os SEE Toys (a sigla SEE vem de Safety, Ecology, Economy) são equipados com uma manivela.
O conceito é muito simples: Sessenta segundos girando a manivela resultam em 15 minutos de muita diversão e movimento.
Uma das minhas convicções (que aliás eu aprendi logo que comecei a trabalhar) é que mostrar uma imagem muito aflitiva para conseguir atenção e por consequência, a ajuda do consumidor, geralmente causa o efeito contrário que o desejado. A pessoa ao invés de sentir-se tocado pela imagem, vira a página logo para tirar da frente aquele sofrimento. Uma reação natural que não dá para criticar.
Também não dá para admitir que uma imagem tão escancarada não passe o sentido de urgência e necessidade para aquela situação. Mas será que no final funciona? Um bom teste para essa tese é esse anúncio criado pela Creative Juice (de Bangkok) para a Child Protection Foundation of Thailand.
Não sou padrão de consumidor, mal sei as lojas que existem nos shoppings aqui perto, mas não lembro de ter visto uma loja da Benetton em São Paulo há tempos. Lembro que já houve, mas nem sei se existe mais.
Enfim, a saudade é mais das campanhas do que da loja de fato (embora eu gostasse). Encontrei um link com uma coleção respeitável de anúncios pra marca. Quem lembra do barulho que as campanhas com as fotos do Toscanni fazia na época, com certeza vai lembrar de alguns anúncios. Cada peça é uma porrada no estômago, daquelas da gente pensar antes de virar a página. Clique aqui e divirta-se.
Essa ação vêm da China, da agência JWT de Beijing. Tem cara de idéia que só foi para festival de propaganda mas mesmo assim é boa.