
Ontem a atriz Brigitte Bardot completou 75 anos, e em homenagem à data, o GNT exibiu o documentário “E Brigitte criou Bardot”, que conta a trajetória dessa que foi uma das maiores musas do cinema nos anos 60, e hoje é uma fervorosa defensora dos direitos dos animais.
Em 1986, Brigitte, já desencantada com o glamour do cinema, criou a Fondation Brigitte Bardot, para dar forma e voz às suas lutas a favor dos animais. Declarada uma entidade de utilidade pública pelo governo francês, em 1995 nomeou Dalai Lama como seu membro honorário. Entre as lutas travadas por sua fundação estão campanhas contra a caça das baleias, as experiências em laboratório com animais, as brigas autorizadas entre cães e o comércio de casacos de pele, além da terrível matança de focas no Canadá.
Em uma entrevista publicada recentemente no jornal italiano “La Repubblica”, ela confessou que detesta “uma grande parte da espécie humana” e que se sente “muito mais próxima à natureza e aos animais que ao homem”. Afirmou também que escolheu a solidão para defender-se e manifestou: “Me preservo da humanidade que me envolve. Uma humanidade ruidosa e intrometida. Vivo rodeada de animais, árvores, flores. Tenho cavalos, burros, cabras, porcos, galinhas e, obviamente, cachorros e gatos. Nem sequer sei quantos tenho”.
Para conhecer um pouco mais da história dessa incrível mulher, confira abaixo o trecho final do documentário, que mostra a emoção de Brigitte e seu clamor público contra a caça de bebês-focas, em uma entrevista coletiva no Canadá.