Seria impossível imaginar que o maior painel solar do mundo fosse construído numa fábrica de automóveis há alguns anos atrás. Você provavelmente confundiria no máximo com o maior teto solar do mundo mas a GM promete surpreender a todos em setembro na filial em Zaragoza (Espanha).
A few years ago, if you were to say that the largest rooftop solar panel was going to be installed in a car manufacturing plant we’d probably say that you were, well, bonkers. If you had mentioned that not only would this be true, but that it would be installed in the roof of a General Motors plant, we’d have gladly tried to sell you a bridge. Surprisingly though you’d have been correct. Last week General Motors announced that its Zaragoza plant in Spain will be fitted with the world’s largest rooftop solar power station.
A General Motors nos EUA já possuem hoje, duas das maiores usinas de energia solar do país. Mas essas ainda são pequenas perto dos 85.000 painéis solares no teto da fábrica na Espanha que vão gerar mais de 10 megawatts (equivalente a energia para 4.600 casas). Essa energia toda será administrada pelas empresas: Veolia Environment e Clairvoyant Energy.
Que venham outros exemplos…
Depois de se dar conta da quantidade absurda de sacos plásticos consumida por uma fábrica, os donos resolveram procurar dar um final feliz para aqueles saquinhos.
A estratégia de evitar ao máximo pegar um plástico novo ainda é mais eficaz, mas para aqueles que a gente ainda não conseguiu se livrar é uma boa idéia:
O Wal-Mart Brasil está promovendo o 1° Prêmio Varejo Sustentável - Concurso Nacional de Projetos de Sustentabilidade para o Varejo. Será um concurso nacional, anual, aberto a todos os estudantes dos níveis técnico e superior, que poderão participar com projetos de sustentabilidade, abrangendo qualquer etapa da cadeia produtiva do varejo, que sejam inéditos, que garantam menor impacto ao meio ambiente e que possam ser aplicados de imediato pelo segmento varejista supermercadista. A inscrição será obrigatoriamente realizada via Internet mediante o preenchimento prévio do cadastro pessoal do participante, até no máximo às 18h do dia 29/08/2008. Os autores dos três melhores projetos indicados pela Comissão Julgadora receberão cada um 1 notebook DELL, 1 bolsa de estudos de até R$5.000 e 1 visita técnica de 1 semana no Departamento de Sustentabilidade do Wal-Mart Brasil em Barueri, SP.
(por Jorge Carvalho via HSM UoD)
A Keetsa é uma empresa americana que desenvolveu toda uma linha de “cama” feita de materiais reciclados. Como se não bastasse, os colchões são empacotados para caberem nessa caixa verde (foto). Com isso fica mais fácil e barato de transportar, diminuindo o “custo” para o meio ambiente. Ao chegar em casa, é só tirar da caixa que o colchão volta ao tamanho normal. Genial!<via>
Os americanos podem ser alvos de muitas críticas, mas uma coisa é certa: o engajamento lá é mais forte que cá, de modo geral. Em questões ambientais, mais ainda. Agora, acompanhando a saudável moda de levar seu próprio mug pro Starbucks e sua sacolinha de pano até o super, a onda do momento é parar de servir garrafinhas de água em salas de reunião. A alternativa eco-cool é água filtrada, na Jarrona fashion e copos com logos da empresa. É um back to the basics, já que essa história de garrafinha é invencionice fashion européia. Nas universidades já existem “water-bottle free zones”. Saiba mais aqu
As competições dos youngs em Cannes tem como briefing todos os anos alguma ONG. Na categoria de filmes esse ano o tema foi o MTV Switch. Embora não seja uma ONG é parte da campanha da MTV pra ajudar a combater as mudanças climáticas com o público jovem que no site encontram mais informações de como cada um podem fazer a sua parte.
O resultado esse ano de alto nível. Ainda mais se considerarmos que a dupla tem apenas 48 horas para criar, filmar e editar o comercial, e tudo isso com um celular. O ouro é da Argentina, a prata ficou para os EUA e o bronze para a Itália. Confira abaixo na ordem:
Depois de duas semaninhas sem postar voltei com uma porção de coisas que eu estava louco pra colocar no área3 mas com a internet a 6 euros (por meia hora) e um sol iluminando a cidade até as 9:30 da noite, acabei acumulando pra quando chegasse ao Brasil.
O festival apesar da quantidade exaustiva de publicitários, vale a pena a visita. Acabei tendo que trabalhar dois dias, dos 7 de festival, virando noite pra entregar um trabalho para Anistia Internacional na competição de print dos youngs. Não ganhamos mas foi uma experiência legal. (depois coloco aqui os vencedores).
Cannes estava com uma atenção especial para o terceiro setor esse ano. Ao lado do Palais (onde acontece o festival) havia uma exposição bacana de algumas campanhas selecionadas feitas pra ongs. Ainda na praça da frente tinha uma pequena exposição de fotos jornalísticas de momentos históricos (guerras, protestos, e etc…).
Mas foi pouco perto do potencial. Faltou a meu ver um pouquinho de ação. Perderam a oportunidade de motivar grandes cabeças a pensarem em soluções para os problemas no mundo, perderam alguns kilowatts com as tvs de plasma acesas aos montes durante toda a noite no hall trancado do festival e perderam a chance de dar um pouco mais de sustância para todo aquele glamour.
Assisti o rolo inteiro da categoria de filmes “Fundraising” e achei bem fraca pra ser sincero. Pouquíssimos filmes ali conseguiram tirar algum aplauso da platéia, quem dirá alguns trocados. (depois faço um apanhado dos ganhadores e coloco aqui também).
Bom, e essa foto é do shortlist de prints da categoria “Public Awareness”.
Nem tudo são rosas, contudo. Continuando o postabaixo, Roberto Rodrigues (foto) alertou para a necessidade de mecanizar a cultura de cana, um debate que eu ainda não vi muito por aí. Vocês viram? Ele diz:
- Em São Paulo, há um movimento forte para terminar de vez com o corte de cana manual, que é considerado um trabalho desumano, pelas péssimas condições que oferece aos cortadores de cana, os bóias-frias. Mas há outra corrente, liderada pelos próprios trabalhadores, que não quer a mecanização em função do desemprego que seria causado. “Os dois lados têm sua razão e acho que a eliminação tem de ir acontecendo na medida do possível, com modelos de substituição de mão-de-obra.” Rodrigues contou está trabalhando com o governo estadual para criar um financiamento para a reciclagem dos trabalhadores e sua capacitação para plantio de produtos de alto valor agregado, como frutas, flores, seringueiras e orgânicos. Precisa fazer isso no País todo.
- As queimadas típicas da colheita manual da cultura de cana emitem mesmo gases de efeito estufa (faz-se queimada porque a folha da cana crua tem sílica, que corta os trabalhadores, e para afastar cobras). Isso torna a mecanização ainda mais desejável. Contudo, a queimada não agride tanto o solo quanto diz a lenda; estudos descobriram que a queima é tão rápida que não chega a mudar a temperatura a ponto de comprometer os microorganismos do solo.
Nessa segunda o China Daiy publicou uma matéria bem preocupante para o povo chinês. Os últimos 50 anos foram responsáveis por nada mais nada menos que o desaparecimento de 50% do ecossistema costeiro. Cerca de 80% dos recifes de corais e manguezais simplesmente desapareceram da costa da chinesa que se estende-se por 18 mil km. Além disso, as águas dos rios Amarelo, Yangtze e Zhujiang também estão comprometidas.
Nos últimos 20 anos a economia marítima da China evoluiu num ritmo espantosamente rápido, e os recursos marinhos vêm sendo largamente explorados. O resultado disso você já sabe.
O desenvolvimento economico baseado na destruição (extrativismo) não é visível apenas com a poluição marítima, o ar vem sofrendo muito também. Para sustentar o ritmo do crescimento acelerado, a China precisou de muita energia. Hoje o país consome 2.322,72 TWh (Terawatt por hora) de energia termoelétrica, dos quais 63,4% vêm da queima de carvão!
Estatísticas mais recentes, porém não oficiais, de diferentes consultorias internacionais, chegam a sugerir que entre 70% e 80% da energia chinesa vem do carvão. Além de ser a maior exploradora de carvão, responsável por 46,2% da produção mundial, a China também é a que mais consome. A queima de carvão é a maior fonte de produção de CO2 do planeta, e a China é contribui com 18,8% de todas as emissões mundiais. A poluição do ar custa US$ 25 biliões de dólares a cada ano para a economia da China em gastos com saúde e perda de produtividade. A curto prazo o custo compensa, mas o planeta vai querer o troco.
Mais aqui.
Trabalho bom tem que ser reconhecido. O Banco Real recebeu ontem, em Londres, 3 prêmios do Financial Times Sustainable Banking Awards, evento que elege os bancos com as melhores práticas de sustentabilidade no mundo.
Na principal categoria da premiação - “Banco Sustentável do Ano” - o Banco Real, único brasileiro entre os finalistas, ficou em primeiro lugar. Além disso conquistou a primeira colocação também na categoria “Banco Sustentável do Ano em Mercados Emergentes“. É a segunda vez que o banco recebe esta premiação, tendo sido vencedor também em 2006.
Pra ver que sustentabilidade dá resultados.
Via CCSP.
Hoje é o dia do meio ambiente, e eu vou tentar encontrar algumas ações legais que o pessoal fez pra comemorar esse dia.
No site do Submarino eles selecionaram um monte de produtos que podem fazer uma diferença para o futuro do planeta (bicicletas, eletrodomésticos que consomem menos energia, livros sobre o ecologia, pilhas recarregáveis…). Além disso, quem compra algum produto hoje ajuda a WWF. Agora é ficar na torcida pra que não seja só por hoje.
Cada brasileiro consome em média 54 latinhas por ano. Já é possível que uma lata de bebida seja colocada na prateleira do supermercado, vendida, consumida, reciclada, transformada em nova lata, envasada, vendida e novamente exposta na prateleira em apenas 33 dias. Via Cempre.
O Banco do Brasil abriu as inscrições para projetos (exposições, artes cênicas e eventos nas áreas de música, cinema e vídeo) que vão fazer parte da programação de seus Centros Culturais em 2009 (Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília). As inscrições vão somente até 12 de junho, e valem para pessoas físicas e jurídicas, de qualquer nacionalidade e região do país. É só entrar aqui e se cadastrar.
No ano passado foram mais de 3.500 inscritos e 131 selecionados de acordo com alguns critérios: relevância temática; importância histórica, cultural e artística; viabilidade técnica, originalidade e ineditismo da proposta; compatibilidade com os preços praticados pelo mercado; e identidade com os princípios e valores do Banco do Brasil.
Além disso, o BB agora receberá propostas para patrocínios exclusivamente pelo site. Mas essas tem mais prazo, de 31 de julho até 30 de novembro. Clique aqui e espie as informações sobre prazos, documentação, critérios de seleção e divulgação dos resultados.

Esse post eu vi no blog da Young e acabei raptando pro área3:
“O Recycle Bank parece ter encontrado a solução: distribuiu às famílias containers com chips. Estes chips transformam o peso do material a ser reciclado em pontos. Estes pontos podem ser trocados por produtos e prêmios. A empresa também espalhou quiosques em universidades e pelas cidades dos Estados Unidos que utilizam o mesmo sistema.
A iniciativa foi tão bem sucedida que começou na Philadelphia em 2005 e agora já funciona em boa parte dos EUA.”
Juntei um monte de fontes consegui uma média do que se paga para o material que vai ser reciclado. Em outras palavras o que motiva os catadores nas cidades, no caso, em São Paulo:
EPS (isopor) - R$ 0,40/kg
Alumínio - R$ 3,40/kg - equivalente a 75 latinhas
PET - R$ 1,20/kg (já caiu para 40 centavos em set/05)
Óleo de carro - R$ 0,10/litro. Esse pagamento não é destinado ao posto, mas sim ao frentista ou ao funcionário responsável pelas trocas.
Embalagens Longa Vida - R$ 0,33/kg
Jornal - R$ 1,70 a 0,90/kg
Ferro - R$ 0,20/kg
Embalagens de amaciantes de roupa e xampus (daquelas coloridas) variam de R$ 0,30/kg a 0,50kg.
Mais aqui.