Imagina vc acoplar um corta-grama desses na sua bicicleta e acabar com aquele barulho infernal dos cortadores e ainda fazer um exercício. Com um desses agora só polui o ar quem esquecer de passar desodorante.
Infelizmente o cara do flickr não sabe nada mais a respeito da invenção, quem descobrir alguma coisa, mande por favor.
Depois de se dar conta da quantidade absurda de sacos plásticos consumida por uma fábrica, os donos resolveram procurar dar um final feliz para aqueles saquinhos.
A estratégia de evitar ao máximo pegar um plástico novo ainda é mais eficaz, mas para aqueles que a gente ainda não conseguiu se livrar é uma boa idéia:
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danibuz em 16 de Julho de 2008 às 5:27 pm
O designer industrial Ignacio Pilotto desenvolveu um tapete feito de chiclete reciclado. O chiclete demora 5 anos pra se decompor na natureza. No blog dele não tem mais detalhes sobre o processo de fabricação, mas eu queria muito saber se ele saiu catando chicletes por aí pra fazer o protótipo.
Lisboa é a capital de Portugal e também conhecida como a cidade das sete colinas. De fato a cidade é uma exceção comparada as capitais européias. Além de ser uma das únicas (senão a única) contruída nos morros também é uma das únicas que ainda não adotou a bicicleta como meio viável de transporte. Culpa até agora atribuída as subidas e descidas na cidade.
Mas o engenheiro Paulo Guerra dos Santos pretende acabar com esse mito e através da sua tese de mestrador provar que bicicleta além de viável é muitas vezes a melhor opção no transporte em Lisboa. Dá uma olhada na reportagem do canal português:
via apocalipse.
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danibuz em 14 de Julho de 2008 às 3:06 pm
Neste site, ainda que incompleto, as crianças conseguem se divertir e aprender como podem contribuir com o meio ambiente.
Muito fofo!
O Greenpeace esta com um joguinho na internet bem legal pra conscientizar as pessoas sobre as mudanças climáticas. Clique aqui, preencha o cadastro que é rápido e depois é só começar. O jogo é multiplayer, dá jogar com pessoas do mundo todo. Foi criado pela AlmapBBDO (SP) e abocanhou um leão de bronze esse ano em Cannes. Depois pra quem quiser clica nesse link pra ver o vídeozinho do case.

Post devidamente chupado do Leandro Ogalha no Uod para o área3: “Aqui em Londres, nos jardins do Tate Britain Museum, está acontecendo uma intervencão artística bem inusitada. Foram instalados diversos microfones altamente sensíveis nas árvores e fones de ouvido pendurados em seus galhos. Todos os visitantes do museu não hesitam em se aproximar. Além da estética atraente, os fones que descem de seus galhos emitem o “som da árvore”. Obviamente que são apenas ruídos, mas com o passar dos minutos você começa a acreditar que a natureza tem algo a falar. Uma forma de conscientizar atraves da arte.”
A campanha australiana da ActNow criada pela Marketforce é bem simples e bem legal. Confira os outros dois anúncios, aqui e aqui.
Comercial bem interessante criado para a WWF pela agência Leo Burnett (Austrália).
(por Jorge Carvalho via HSM UoD)
A Keetsa é uma empresa americana que desenvolveu toda uma linha de “cama” feita de materiais reciclados. Como se não bastasse, os colchões são empacotados para caberem nessa caixa verde (foto). Com isso fica mais fácil e barato de transportar, diminuindo o “custo” para o meio ambiente. Ao chegar em casa, é só tirar da caixa que o colchão volta ao tamanho normal. Genial!<via>
Os americanos podem ser alvos de muitas críticas, mas uma coisa é certa: o engajamento lá é mais forte que cá, de modo geral. Em questões ambientais, mais ainda. Agora, acompanhando a saudável moda de levar seu próprio mug pro Starbucks e sua sacolinha de pano até o super, a onda do momento é parar de servir garrafinhas de água em salas de reunião. A alternativa eco-cool é água filtrada, na Jarrona fashion e copos com logos da empresa. É um back to the basics, já que essa história de garrafinha é invencionice fashion européia. Nas universidades já existem “water-bottle free zones”. Saiba mais aqu
Pessoal, fui assistir ontem ao Wall-E, da Disney/Pixar. É o típico filme infantil bem-feito com boas mensagens, bons valores e algumas pieguices hollywoodianas. Mas sabem que mexeu mesmo comigo aquela coisa da Terra cheia de lixo? E a nave Axiom com os seres humanos hiperobesos? Cruzes, será que aquele cenário é realmente possível?Se sim, como conter o (hiper)consumo?E quanto nós contribuímos para isso? Especificamente, como manter nosso ganha-pão (publicidade, jornalismo, toda a mídia) e baixar o consumo? Xi, o filme me deu crise existencial…Aqui vai o trailer (que foca mais na história do robozinho, mas a outra história é tão protagonista quanto):
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Nem tudo são rosas, contudo. Continuando o postabaixo, Roberto Rodrigues (foto) alertou para a necessidade de mecanizar a cultura de cana, um debate que eu ainda não vi muito por aí. Vocês viram? Ele diz:
- Em São Paulo, há um movimento forte para terminar de vez com o corte de cana manual, que é considerado um trabalho desumano, pelas péssimas condições que oferece aos cortadores de cana, os bóias-frias. Mas há outra corrente, liderada pelos próprios trabalhadores, que não quer a mecanização em função do desemprego que seria causado. “Os dois lados têm sua razão e acho que a eliminação tem de ir acontecendo na medida do possível, com modelos de substituição de mão-de-obra.” Rodrigues contou está trabalhando com o governo estadual para criar um financiamento para a reciclagem dos trabalhadores e sua capacitação para plantio de produtos de alto valor agregado, como frutas, flores, seringueiras e orgânicos. Precisa fazer isso no País todo.
- As queimadas típicas da colheita manual da cultura de cana emitem mesmo gases de efeito estufa (faz-se queimada porque a folha da cana crua tem sílica, que corta os trabalhadores, e para afastar cobras). Isso torna a mecanização ainda mais desejável. Contudo, a queimada não agride tanto o solo quanto diz a lenda; estudos descobriram que a queima é tão rápida que não chega a mudar a temperatura a ponto de comprometer os microorganismos do solo.
A honorável revista inglesa The Economist traz nesta edição semanal (que já está no site e chegará às bancas hoje também) um artigo em que advoga o fim da tarifa protecionista “hipócrita” imposta pelos EUA à importação do etanol brasileiro feito de cana-de-açúcar (para uso como combustível). Ao afirmar que as críticas ao etanol são injustas, ela ressalta para quem desconhece geografia que as plantações de cana ficam bem longe da Amazônia. Seríissima, aEconomist é uma aliada e tanto nessa batalha brasileira pelo etanol no front internacional. E caso alguém ainda não tenha percebido, o etanol é um forte aliado da marca Brasil no front internacional, com potencial de impulsionar a internacionalização de muitos negócios brasileiros. Embora sejam longas, vale reproduzir aqui algumas das observações - acachapantes – do Roberto Rodrigues (ex-ministro de Agricultura do governo Lula, especialista de agronegócio da FGV) feitas à jornalista Lizandra Magon de Almeida, colaboradora de HSM Management, até porque “spreading the word” é fundamental nesse caso:
- O potencial do Brasil nessa área é enorme: já usamos 44% de combustíveis renováveis, enquanto o mundo usa só 14%, segundo Rodrigues. “O Brasil poderia produzir 15% do combustível consumido no mundo em 15 anos, usando a terra e a tecnologia atual.” Ou seja, sem contar a tecnologia que está por vir pode até fazer dobrar esse índice. E sem contar que podemos nos dar ao luxo de aumentar em 7,5% a área plantada de cana no Brasil sem impactos ambientais.
- Os mercados para o etanol precisam ser ativamente construídos, o que depende de leis. No Brasil, o Pró-Álcool só foi para frente quando se tornou obrigatória a mistura de 20% de álcool na gasolina. Os outros países vão ter de fazer leis similares.
- A cultura de cana-de-açúcar não substituirá áreas destinadas à plantação de alimentos. “Dos 62 milhões de hectares de terras agricultáveis existentes no Brasil, apenas 3,2 milhões, ou 5%, são adequados para a cana. O que existe no Brasil é uma quantidade muito grande de terras usadas para pastagem, 220 milhões de hectares –destes, 90 milhões poderiam ser aproveitados para agricultura, sendo que um quarto serviria para a cana”. Mesmo com o avanço da cultura da cana, a área destinada ao plantio de grãos (leia-se alimentos) pode aumentar 22% – e a produção de grãos, com tecnologia, 127%. (Ninguém pode proibir os agricultores de substituir alimentos por cana, mas eles não quererão isso, ver abaixo.)
- Os agricultores não preferirão substituir plantações de alimentos por cana. É claro que os agricultores sempre buscam as alternativas mais rentáveis, orientando suas decisões pela expectativa de aumento (ou queda) dos preços vis-a-vis a média de preços histórica de cada cultivo, mas os produtores não tendem a substituir grãos por cana; a substituição mais natural é de pastagens, laranja…Plantaram recentemente cana em regiões tradicionalmente produtoras de laranja, por exemplo, por conta da tendência de preços da laranja. Mas foi só a oferta de laranja diminuir que a fruta começou a ser plantada em outras áreas –inclusive no Paraná, que nunca teve tradição de laranja.
- “É uma falácia antiga dizer que a cana empobrece o solo. Todo produto agrícola extrai nutrientes do solo e tem de ser usado adubo para repor esses nutrientes. A preservação do solo depende dessa reposição. A cana, ao contrário, é uma das culturas que mais deixa material orgânico no solo.
Não tem um dia sequer que eu saia de carro em São Paulo em que não veja alguém em outro carro jogar lixo na rua. E os carros são tanto de “pobre” quanto de “rico”. Uma vez vi um sujeito num Jaguar abrir o vidro e jogar um saquinho daqueles “pra” viagem do McDonald’s cheinho, indecente, saindo do Shopping Jardim Sul.
Eu tento todas as estratégias de reação: das agressivas (buzino, olho feio, uma vez gritei “seu porco!”, o que vai totalmente contra a minha índole) às gentis (como descer do meu carro, ir bater na janela do dito cujo e dizer “acho que isso caiu do seu carro”). Raramente vejo as pessoas constrangidas; elas ficam é bravas com a intromissão.
Por isso, pergunto à turma do Área 3: existe algum site em que a gente possa registrar as placas dos automóveis que sujam a cidade? O meu mais recente eu anotei, pensando neste post: era um Voyage branco, BHE 093_, num cruzamento da rodovia Raposo Tavares. Sei que parece meio big brother, nazistalinista, limitação das liberdades individuais etc., mas a liberdade individual também deve respeitar o coletivo, puxa vida. O cara desse Voyage que jogou papel na rua vai entupir o bueiro, causar enchente e fazer com que eu e mais milhares de pessoas demoremos duas horas a mais que o usual para chegar em casa ou no trabalho. E não vai levar nem uma multinha.
Talvez vocês se perguntem por que não fazer um site dedo-duro para pedestre também. Respondo: além de a identificação ser difícil operacionalmente, o pedestre ainda pode ter a desculpa de que não tem lixeira na rua ou de que ele não tem como carregar o lixo (quando, no carro, é só pendurar o saquinho de lixo no câmbio, né?). De qualquer modo, vejo mais lixo caindo de janela de carro que de mão de pedestre. O que vocês acham? Help!