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6 anos de bicicletada essa sexta-feira

 Cada vez que eu recebo o convite pra participar da Bicicletada na última sexta-feira do mês, fico mais deprimido pq nunca consegui sair num horário decente pra participar.

Bom, mas se vc tem uma vida um pouquinho mais planejável e mora em SP, apareça essa sexta na Av. Paulista e ajude a engrossar o coro das bicicletas em SP. A Massa Crítica paulistana pedala mais uma vez para celebrar as cidades mais humanas. E pra lembrar aos políticos que a cidade pode sim ter outros meios de transporte não motorizados, só falta uma estrutura mais adequada.

Todos estão convidados. Para participar, basta aparecer munido de qualquer meio de transporte que não seja motorizado. Até quem não tem bicicleta ou não sabe pedalar participa. (apareça o quanto antes na praça e veja como fazer para pegar uma bicicleta emprestada).

A concentração é às 18:00hs. Ás 20:00hs começa a pedalada em ritmo leve. Ninguém fica para trás e vai gente de todas as idades. E se chover (que aliás a cidade tá precisando) acontece do mesmo jeito.

Então vai lá, essa sexta, na Praça do Ciclista: av. Paulista, alt. do 2440.:.  panfletos e cartazes para divulgação aqui; sobre a Praça do Ciclista; relatos e fotos de edições anteriores aqui.

Tks André Pasqualini.

Bike corta-grama

Imagina vc acoplar um corta-grama desses na sua bicicleta e acabar com aquele barulho infernal dos cortadores e ainda fazer um exercício. Com um desses agora só polui o ar quem esquecer de passar desodorante.

Infelizmente o cara do flickr não sabe nada mais a respeito da invenção, quem descobrir alguma coisa, mande por favor.

Bicicletas de Nothing Hill

Campanha Transport for London

Mais um post do Leandro Ogalha do Uod direto de Londres e aquela estranha sensação de que ainda falta muito pra gente chegar lá no primeiro mundo:

“Em Londres, muitas pessoas levam a serio o ato de andar de bike, e sao muito respeitadas e incentivadas a isso. Se o onibus ou o taxi estiver andando lentamente, tenha certeza que na frente tem um biker, e ele nao sera pressionado. Para se ter uma ideia, nos semaforos existe primeiro a faixa de pedestre, depois a dos ciclistas e por ultimo a dos carros.

A preocupacao do governo e nitida, tanto que considera a bicicleta um meio de transporte oficial. Nao por menos: Colabora com transito, desafoga o transporte publico, a populacao economiza (principalmente porque a regiao central e pedagiada para carros) e obviamente mantem a saude em alta.

Atualmente esta no ar uma campanha de midia exterior nas principais avenidas. Sao pecas de bike que remetem ao tema, como saude, transporte e o proprio skyline da cidade.”

Lei Seca, você é contra ou a favor?

“Um relatório oficial concluído na sexta-feira passada, com base em registros do Instituto Médico Legal, mostrou uma redução de 57% no número de mortes violentas ocorridas nos fins de semana na cidade de São Paulo desde a implantação da chamada “lei seca” -e aí se computa a queda não só dos acidentes de trânsito mas também dos assassinatos.”

É chato ter que pegar carona ou um táxi pra voltar pra casa depois de tomar um mísero chopp, mas pelo jeito esta dando certo. Sofro, mas sou a favor. E vc?

Ora pois, não é que somos parecidos

Lisboa é a capital de Portugal e também conhecida como a cidade das sete colinas.  De fato a cidade é uma exceção comparada as capitais européias. Além de ser uma das únicas (senão a única) contruída nos morros também é uma  das únicas que ainda não adotou a bicicleta como meio viável de transporte. Culpa até agora atribuída as subidas e descidas na cidade.

Mas o engenheiro Paulo Guerra dos Santos pretende acabar com esse mito e através da sua tese de mestrador provar que bicicleta além de viável é muitas vezes a melhor opção no transporte em Lisboa. Dá uma olhada na reportagem do canal português:

via apocalipse.

Celular no carro, ninguém liga.

De uns tempos pra cá eu ando reparando bastante nos motoristas que andam fazendo besteira no trânsito, e o culpado: o celular. O motorista nunca acha que “ele” falando no telefone pode ser problema, mas basta um pouquinho de distração para um acidente.

Adorei a campanha da Impact & Echo, BBDO (Kuwai) para a Red Carpet.

Cannes de bike

A exemplo de muitas cidades na Europa, Cannes também tem seu projeto de bicicletas gratuitas. Ainda é tímido - essas da foto por exemplo estavam escondidinhas no estacionamento embaixo do Palais do Festival - mas pode-se dizer que existem. Não vi ninguém na cidade pedalando especificamente com essas, mas o que mais se via eram bikes pra cima e pra baixo por todos os lados, sendo que as preferidas eram as com cara mais vintage. Até a loja da Gucci tinha o seu modelo embora de gratuito não tinha nada.

Sobre carros que enchem a rua de lixo

sujfeira01.jpgNão tem um dia sequer que eu saia de carro em São Paulo em que não veja alguém em outro carro jogar lixo na rua. E os carros são tanto de “pobre” quanto de “rico”. Uma vez vi um sujeito num Jaguar abrir o vidro e jogar um saquinho daqueles “pra” viagem do McDonald’s cheinho, indecente, saindo do Shopping Jardim Sul.
Eu tento todas as estratégias de reação: das agressivas (buzino, olho feio, uma vez gritei “seu porco!”, o que vai totalmente contra a minha índole) às gentis (como descer do meu carro, ir bater na janela do dito cujo e dizer “acho que isso caiu do seu carro”). Raramente vejo as pessoas constrangidas; elas ficam é bravas com a intromissão.
Por isso, pergunto à turma do Área 3: existe algum site em que a gente possa registrar as placas dos automóveis que sujam a cidade? O meu mais recente eu anotei, pensando neste post: era um Voyage branco, BHE 093_, num cruzamento da rodovia Raposo Tavares. Sei que parece meio big brother, nazistalinista, limitação das liberdades individuais etc., mas a liberdade individual também deve respeitar o coletivo, puxa vida. O cara desse Voyage que jogou papel na rua vai entupir o bueiro, causar enchente e fazer com que eu e mais milhares de pessoas  demoremos duas horas a mais que o usual para chegar em casa ou no trabalho. E não vai levar nem uma multinha.
Talvez vocês se perguntem por que não fazer um site dedo-duro para pedestre também. Respondo: além de a identificação ser difícil operacionalmente, o pedestre ainda pode ter a desculpa de que não tem lixeira na rua ou de que ele não tem como carregar o lixo (quando, no carro, é só pendurar o saquinho de lixo no câmbio, né?). De qualquer modo, vejo mais lixo caindo de janela de carro que de mão de pedestre. O que vocês acham? Help!

Pedalando, borbulhando e semeando

Post do Wagner no Uod:

Uma bicicleta que solta bolhas de sabão, como se fosse fumacinha de desenho animado. Legal, né?

Espere então eu te contar que, misturado na água e sabão, também vão sementinhas de flores. Assim é a Bloom (peddling Green), da Society Creative.

Flower power hippie-chic.

[via]

Prenderam os Flintstones na Bélgica

Ontem, não foi só aqui no Brasil que o Greenpeace resolveu colocar as manguinhas de fora.

Ativistas vestidos de Flintstones (com carro e tudo) deram uma passadinha na frente do Parlamento Europeu (em Bruxelas, Bélgica) para entregar uma tábua de pedra com os logos das principais montadoras européias Volkswagen, BMW e Mercedes e com a mensagema “Driving Climate Change.”

Segundo o Greenpeace, a indústria ainda esta na era dos dinossauros, construíndo carros mais rápidos e mais poluentes.

Veja mais fotos do Fred, da Wilma, do Barney e da Betty aqui.

Ótima idéia para a Peugeot brasileira.

“Em Portugal, a Peugeot iniciou uma campanha agressiva de vendas. Com o objetivo de acabar com os veículos mais velhos que circulam pelo país (e consequentemente diminuir as emissões), a marca decidiu dar incentivos de até 5.000 euros para quem optar trocar o automóvel antigo por um novo.

O desconto é válido para os modelos 107, 207 (nas versões sedã, perua e conversível), e 307 (nas versões hatch e perua.) A promoção, que dura até o fim de junho, tem como objetivo renovar a frota de veículos de Portugal.”

Com os atuais recordes de vendas, eu acho difícil existir algum tipo de incentivo como esse no Brasil. Incentivo por aqui é jogo de tapetes e insulfilm. E olhe lá.

fonte: icarros.uol.com.br

Um problema que infelizmente não temos

Eu bem que gostaria de reclamar como os novaiorquinos de motoristas parando em cima das ciclovias. Mas pela falta delas a gente tem que se contentar só com os motoristas mal educados mesmo:

Quem puder, apareça

Recebi o convite do André Pasqualini para ir no simpósio sobre Ciclovias e o uso da Bicicleta em São Paulo, amanhã  (19/05) as 19 horas no prédio da Câmara Municipal de São Paulo (Viaduto Jacareí, 100). O evento contará com a presença do Vereador Chico Macena (autor da lei que regulamenta a criação de ciclovias na cidade, a integração da bicicleta com o transporte público), o secretário do Verde e Meio Ambiente Eduardo JorgeAndré Pasqualini, (responsável pelo site ciclobr.com.br e cicloativista), Arturo Alcorta, (consultor , diretor do site escoladebicicleta.com.br) e Eric Ferreira, (diretor da União de Ciclista do Brasil).

Serão apresentadas soluções e projetos sobre a construção de ciclovias, e seu sistema alimentador e debater e levantar necessidades para futuras ações.

Quem puder dar um pulinho, assistir, e dar seu apoio para que novas conquistas sejam feitas, vale a pena.

Amsterdam quer ser a capital da sustentabilidade

Amsterdam hoje é conhecida como a capital mundial das bicicletas mas quer se tornar a capital da sustentabilidade.  As bikes vão servir de ícone pra campanha que conta com uma série de projetos. Nos links abaixo algumas da peças da campanha.

01, 02, 03 e 04.

E enquanto isso no Brasil, SP procura ser a capital do trânsito.

A ponte polêmica

Uns adoraram, outros detestaram. A ponte Estaiada Octavio Frias de Oliveira inaugurada esse sábado promete causar mais discussão pronta que durante sua construção. Além da verba questionável destinada para a obra, esqueceram de um detalhe: ela não funciona para todos. Pedestres e ciclistas estão proibidos de transitar na bendita. Ora, até hoje para mim uma ponte era sinônimo de acessibilidade, ligação de dois lugares, dois povos, comunicação, conecção, passagem de pessoas,…e por último, se puder um cartão postal e não o contrário. Todo mundo sabe que pedestres e ciclistas não são prioridades na cidade de SP, mas mesmo depois de sucessivos recordes de trânsito e a poluição cada vez mais preocupante “esquecer” desse detalhe foi no mínimo estupidez.

Acho a ponte bonita (embora ache muito grande para o local, merecia ficar num lugar mais aberto), acho a ponte cara (o dinheiro poderia ser mais bem utilizado), mas achei a falta de passarela um absurdo.

Na inauguração, algumas pessoas aproveitaram para protestar. Foi sábado de manhã (adoraria ter ido, mas 9 da madrugada para mim não rola), dêem uma olhada no relato do Tiago (aqui), no convite do picnic dos Urbanistas (aqui) e no texto do Willian analisando alguns pontos da ponte (aqui). E o vídeo (CicloBr) abaixo, com imagens que a televisão não mostrou:

Ah, e ponte estaiada significa - para quem não sabe, como era o meu caso - ponte suspensa por cabos.





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